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Venture capital e private equity

Dinheiro é a parte fácil da equação. O que falta é quem opere junto.

Venture capital e private equity do Grupo Barbosa Batista. Investimos capital próprio em tecnologia aplicada a setores que conhecemos e em empresas operacionais cujo problema tem solução conhecida: dívida mal estruturada, sucessão travada ou gestão sem informação.

Conversa reservada. Nenhuma informação circula sem acordo de confidencialidade assinado.

Capital próprio

Sem prazo de fundo

O horizonte é o do negócio, não o de um cotista

2 teses

Venture capital e private equity

Tecnologia aplicada e empresa operacional destravável

Operação

Entramos com gente dentro

Turnaround, jurídico e controladoria do grupo à disposição

30 dias

Da apresentação à resposta

Sim ou não com fundamento, sem processo eterno

Tecnologia em setor que a gente já opera

Não investimos em tese de mercado que não conhecemos. A vantagem que temos é específica: saúde, jurídico, pet e serviços profissionais são setores onde o grupo já opera, vende e apanha. Isso muda a qualidade da nossa due diligence e o valor do que entregamos depois do cheque.

  • Depois do produto, antes da escala

    Empresa com produto no ar e cliente pagando, que precisa de estrutura para crescer sem quebrar. Não fazemos ideia em guardanapo.

  • Distribuição, não só cheque

    Base de clientes, canal e reputação do grupo abertos para a investida. Em software B2B, distribuição vale mais que a próxima rodada.

  • Estrutura sem armadilha

    Termos claros, preferência proporcional e sem cláusula que inviabilize a rodada seguinte. Contrato ruim de série A mata empresa boa na série B.

Apresentar uma empresa

Empresa boa dentro de uma estrutura ruim

O segundo bolso compra controle e posições relevantes em companhias operacionais com problema resolvível. O ativo é bom; o que quebrou foi o desenho em volta dele, e desenho se refaz.

  • Compramos com o problema dentro

    Dívida em negociação, contingência mapeada e sucessão indefinida são parte da tese, não motivo para abandonar a mesa depois da diligência.

  • Saída em etapas, se fizer sentido

    Nem todo dono quer sair de uma vez. Estruturamos saída parcial com permanência na gestão e liquidez programada nos anos seguintes.

  • Dívida reorganizada primeiro

    Antes de crescer, a estrutura de capital precisa parar de consumir o resultado. Renegociação e alongamento vêm antes de qualquer plano de expansão.

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Seis formas de entrar, uma única condição

A estrutura varia conforme o estágio e o problema. A condição é sempre a mesma: precisa existir caminho concreto para o negócio valer mais em três anos do que vale hoje, e precisamos conseguir influenciá-lo.

  • Venture capital em tecnologia aplicada

    Participação minoritária em software e inteligência artificial aplicados a saúde, jurídico, pet e serviços profissionais. Empresa com produto no ar, cliente pagando e um gargalo de estrutura, não de demanda.

  • Aquisição de controle

    Compra da maioria em empresas operacionais com receita recorrente e posição defensável, em que a mudança de gestão e de estrutura de capital é o que libera valor.

  • Minoria com governança

    Participação relevante quando o dono quer continuar no comando, mas precisa de sócio para dividir risco, profissionalizar a gestão ou preparar a empresa para uma venda futura.

  • Special Situations equity

    Entrada em empresa já em reestruturação, dentro ou fora de processo judicial, quando o negócio operacional é bom e o que quebrou foi a estrutura de capital.

  • Sucessão e saída de sócio

    Compra da participação de um sócio que quer sair, de herdeiro sem interesse na operação ou de família em impasse, resolvendo o conflito com liquidez em vez de litígio.

  • Consolidação setorial

    Compra de empresas complementares para formar uma operação maior, quando ganho de escala, poder de compra e estrutura compartilhada mudam a margem de forma verificável.

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Onde o capital do grupo está hoje

Companhias controladas, frentes da marca e ativos reais. A lista é o que sustenta a tese: em quase todas, o grupo entrou porque conhecia o setor por dentro.

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Da apresentação à decisão em trinta dias

Processo de decisão longo custa caro para quem está do outro lado. O nosso é curto de propósito, e o que o encurta é a clareza sobre o que procuramos.

  1. 01

    Apresentação

    Uma conversa e um conjunto mínimo de informação: faturamento, resultado, dívida, sociedade e o motivo pelo qual o assunto surgiu agora.

    Confidencialidade assinada antes de qualquer documento mudar de mão.

  2. 02

    Triagem em uma semana

    Dizemos rápido quando não é para nós, e por quê. Um não com fundamento em sete dias vale mais que um talvez arrastado por um trimestre.

  3. 03

    Leitura do negócio

    Caixa, margem, dependência de cliente e de pessoa, estrutura de capital e o que exatamente precisa mudar. Em venture, entra também retenção, custo de aquisição e o que sustenta o preço.

  4. 04

    Estrutura da operação

    Preço, forma de pagamento, tratamento da dívida, papel do fundador depois da entrada e governança. Proposta apresentada com a lógica exposta, não como número fechado.

  5. 05

    Diligência e fechamento

    Diligência jurídica, contábil e fiscal, com contingência tratada por estrutura, e não por desconto genérico de última hora.

    Conduzida pelas empresas do grupo, cada uma com contrato próprio.

  6. 06

    Os primeiros cem dias

    Ritmo de caixa, controladoria e comitê instalados desde a primeira semana. É onde a tese começa a virar resultado, ou onde ela se prova errada cedo.

O perfil que costuma dar certo

Não somos agnósticos por moda: o que define a tese é o tipo de problema, não o setor. Ainda assim, alguns traços se repetem nas operações que funcionam.

  • Receita real

    Empresa que fatura, com cliente que volta. Nada que dependa de a demanda ainda ser criada.

  • Problema com nome

    Dívida mal estruturada, sucessão, governança, sócio em conflito ou gestão sem informação. Problema difuso não tem plano.

  • Setor que conhecemos

    Saúde, jurídico, pet, educação e serviços profissionais. Em venture, esse recorte é rígido: é onde conseguimos abrir porta.

  • Margem defensável

    Posição, marca, contrato ou operação que sustente preço. Negócio sem diferenciação só melhora enquanto o mercado ajuda.

  • Time que fica

    Gente que conhece a operação e quer participar da virada. Comprar empresa e perder o time é comprar o passivo sem o ativo.

  • Vendedor decidido

    Quem sabe por que está vendendo negocia. Quem só está testando o mercado consome o tempo dos dois lados.

O que não fazemos

  • Capital semente e ideia sem produto no ar
  • Participação sem governança, sem assento e sem informação em dia
  • Compra apenas de ativo imobilizado, sem operação por trás
  • Entrada em litígio societário sem caminho jurídico de solução
  • Captação e gestão de recursos de terceiros: investimos capital próprio

O que costumam perguntar antes da primeira conversa

Quando a saída é vender o ativo, e não a empresa

Boa parte das teses de private equity termina numa venda: um imóvel que sobra da operação, uma unidade que deixou de fazer sentido, um ativo bom preso numa estrutura ruim. Vender isso pelo caminho tradicional significa anúncio sem prazo e preço que envelhece na vitrine. O Barbosa Batista Private Market existe justamente para esse momento.

Conhecer o Private Market
  • Processo competitivo com data e hora para encerrar
  • Compradores verificados, com prova de capacidade antes do lance
  • Ticket a partir de R$ 2 milhões, com curadoria e data room

Se o problema tem nome, provavelmente tem solução

Dívida, sucessão, governança ou uma empresa de tecnologia travada em distribuição: são justamente esses os casos em que uma conversa vale mais que um processo formal de venda.